O seguro rural deixou de ser uma opção e virou parte do planejamento estratégico do produtor brasileiro. Essa foi uma das principais mensagens da Agrishow 2026, realizada em Ribeirão Preto (SP), onde a gestão de riscos ocupou lugar de destaque entre as prioridades do campo.
O que está mudando no agronegócio
Em um cenário de maior instabilidade climática e mudanças no apoio governamental, o seguro rural passou a integrar o planejamento estratégico no campo. Secas prolongadas, excesso de chuvas e prejuízos na produção de milho e soja nos últimos ciclos tornaram o produtor mais consciente sobre a necessidade de se proteger.
A partir do primeiro trimestre de 2026, o seguro rural se tornou obrigatório para produtores que buscam acesso ao crédito agrícola — uma mudança estrutural que incide sobre um mercado de R$ 516 bilhões e altera a forma como bancos, cooperativas, seguradoras e produtores operam.
O seguro como proteção da atividade
Enquanto o crédito é utilizado para impulsionar a produtividade, o seguro entra como proteção da atividade. Se o produtor enfrenta um evento climático e não consegue colher o que foi planejado, a dívida continua — o seguro garante que ele consiga honrar esse compromisso e dar continuidade à atividade.
O clima segue como o maior desafio. Não dá para prever, mas dá para se prevenir.
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